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ANÁLISE PREDITIVA Autores: VERT Tecnologia, Performance
e Resultados.
INTRODUÇÃO Quando falamos
de Big Data estamos falando, essencialmente, da capacidade de analisar dados:
dados criados e coletados em alta velocidade, de diversas fontes. Desta
forma, é seguro dizer que o sucesso no uso desta prática no processo de
informação para decisão e planejamento empresarial passa, invariavelmente,
pela capacidade de análise, uma vez que não basta apenas coletar os dados,
mas sim transformá-los em informação relevante. Seguem
os quatro principais modelos de análise de dados no Big Data, para que se possa
escolher o caminho que melhor se adapta à realidade das práticas organizações
no setor de inteligência TIPOS
DE ANÁLISE 1.-
Análise Preditiva: este
tipo de análise é o mais indicado para quem precisa prever algum tipo de
comportamento ou resultado. Esta técnica busca analisar dados relevantes ao
longo do tempo, buscando padrões comportamentais e suas variações de acordo
com cada contexto, a fim de prever como será o comportamento de seu público
ou mercado no futuro, dadas as condições atuais. Muito útil para avaliar
tendências de consumo e flutuações econômicas. 2.-
Análise Prescritiva: segue
um modelo similar à anterior, porém com objetivos ligeiramente diferentes; ao
invés de tentar prever um determinado acontecimento, esta análise busca
trazer informações de consequências deste acontecimento. Para efeitos de
comparação, enquanto o modelo anterior focaria em tendências de consumo do
seu público – por exemplo – a análise prescritiva busca trazer um panorama
dos tipos de produto que serão mais desejados ou o impacto que essas
tendências terão no montante de vendas. Modelo muito útil, especialmente se
casado com o anterior, mas não tanto utilizado, muitas vezes por falta de
conhecimento sobre ele. 3.-
Análise Descritiva: ao
invés de focar no futuro, esta análise busca trazer uma fotografia do
presente, para que decisões de cunho imediato possam ser tomadas com
segurança, o que faz deste modelo muito útil para análise de crédito, por
exemplo. A análise descritiva trabalha com histórico de dados, cruzando informações
com o objetivo de gerar um panorama claro e preciso dos temas relevantes para
a empresa no presente momento. 4.-
Análise Diagnóstica: neste modelo o foco está na relação de causas e
consequências percebidas ao longo do tempo, dentro de um determinado tema. Assim, a análise diagnóstica funciona baseada na coleta de dados relacionados
a um determinado assunto, cruzando informações com o objetivo de entender
quais fatores influenciaram o resultado atual. Bastante utilizado em vendas,
este modelo funciona bem em conjunto com análises preditivas, servindo de
base para as projeções futuras. Análises diagnósticas também são úteis para
entender quais fatores devem ser ajustados em determinadas ações, a fim de
obter os resultados desejados.
Como
dito anteriormente, o Big Data é uma excelente prática para quem busca
informações precisas para seu planejamento, e estes modelos são os principais
para obtê-las. E sempre é importante lembrar: as informações, sozinhas, não
tomam as decisões. Mais do que coletar os dados, é preciso aplicar as
informações obtidas para que a empresa possa andar sempre à frente da
concorrência. |