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CLASSIFICAÇÃO
DOS SISTEMAS
1.- Sistemas morfológicos São descritos pelas propriedades físicas do fenômeno (propriedades
geométricas e de composição) constituindo os sistemas típicos do meio físico. Correspondem
às formas, sobre as quais se podem escolher diversas variáveis a serem medidas
(comprimento, altura, largura, inclinação, tamanho de partículas, densidade e
outras). A forma destes sistemas, regra geral é uma resposta a sua função.
Por exemplo, a forma aerodinâmica nos pássaros, projetada em aviões; a forma de
uma orelha associada a sua função. No contexto da Teoria Geral dos Sistemas
praias, rios, lagos e florestas, são exemplos de sistemas morfológicos, nos
quais se podem distinguir, medir e correlacionar as variáveis geométricas e as
de composição. De modo semelhante, cidades, vilas, estabelecimentos agrícolas e
indústrias podem ser considerados, também, como sistemas morfológicos. Exemplo de Sistemas Morfológicos: Sistemas urbanos e vizinhanças, como sistemas morfológicos, são tratados
com um recurso tecnológico conhecido por Sistemas de Informação Geográfica (SIG ou GIS) por Carolina Faria Um SIG, Sistema de Informações Geográficas, ou GIS (Geographic Information
System) é um sistema composto por software, usuário, hardware, dados e
metodologia (ou técnicas) de análise, que permite o uso integrado de
dados georreferenciados com uma finalidade específica. 1. para produção de mapas, como suporte para a análise espacial de
fenômenos, 2. como um banco de dados geográficos, com funções de armazenamento e 3. recuperação de informação espacial (conhecidas como variáveis geométricas
e de composição). (fonte:
http://www.infoescola.com/cartografia/sistema-de-informacoes-geograficas/) 2.- Sistemas sequenciais São compostos por cadeia de subsistemas dinamicamente relacionados por um
fluxo de matéria, energia e/ou informação. O posicionamento dos subsistemas é
contíguo e nesta sequência a saída (output) de matéria, energia ou informação
de um subsistema torna-se a entrada (input) para o subsistema de localização
adjacente. Importante é lembrar que dentro de cada subsistema deve haver um regulador
que trabalhe a fim de repartir o input recebido de matéria ou energia em dois
caminhos: armazenando-o (ou depositado) ou fazendo-o atravessar o subsistema e
tornando-o um output do referido subsistema. Por exemplo, no subsistema de uma moradia, a água recebida pode ser
armazenada em uma caixa ou ser transferida para uso imediato. Nas indústrias e
no comércio, a estocagem de matérias-primas e de mercadorias representa a
função de regulador para a manutenção contínua da produção e do abastecimento Exemplo de Sistemas Sequenciais: O sistema urbano de uma cidade inteligente O enfoque atual dos sistemas urbanos está na cidade inteligente,
criativa e sustentável, que faz uso da Tecnologia (incluindo TI) em seu
processo de planejamento com a participação dos cidadãos. Esses fluxos de interação são considerados inteligentes por fazer uso
estratégico de infraestrutura e serviços e de informação e comunicação com
planejamento e gestão urbana para dar resposta às necessidades sociais e
econômicas da sociedade. De acordo com o Cities in Motion Index, do IESE Business School na Espanha,
10 dimensões indicam o nível de inteligência de uma cidade: governança,
administração pública, planejamento urbano, tecnologia, o meio-ambiente,
conexões internacionais, coesão social, capital humano e a economia.
[Não esquecer que um profissional de Sistemas de Informação deve buscar
soluções em TI para transformar sistemas urbanos, em cidades inteligentes] fonte: http://fgvprojetos.fgv.br/noticias/o-que-e-uma-cidade-inteligente Texto adpatado para os propósitos da disciplina Teoria Geral dos Sistemas I
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